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O prefixo des da palavra desmame já sugestiona nossa mente, não é mesmo? Um prefixo de negação, que dá a palavra o sentido contrário do seu primeiro significado. Como desmatamento, desnecessário e muitos outros des negativos por aí. Desmame é igual a não-mame.
Para algumas mães, o processo de desmame parece algo cruel e contrário à maternidade, já que oferecer o alimento mais rico e completo do mundo para o filho parece ser a coisa certa a se fazer. O leite materno de fato é um alimento essencial para a criança (leia o artigo deste link para você se surpreender!), a OMS – Organização Mundial da Saúde recomenda que a criança seja amamentada exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade, e que tenha ele oferecido com outros alimentos até os dois anos de idade. Mas o que vem em seguida?
Quando a mulher se propõe a oferecer o leite materno em livre demanda, parece fazer parte do “pacote” o fato de que a criança determinará também quando será o fim do seu consumo.
Porém, como parte do desenvolvimento do bebê, é preciso introduzir os alimentos sólidos na alimentação diária para que ele receba outras fontes de nutrientes e aprenda e exercite a mastigação.
Então o primeiro motivo é pela introdução dos alimentos sólidos. O outro motivo é a mudança de rotina da mãe, que algumas vezes retorna às atividades profissionais, e mesmo fazendo a estocagem de leite, tem seu volume de leite reduzido pela quantidade de estímulos reduzida (a sucção do bebê é o principal estímulo para a produção do leite).
Outros motivos de saúde do filho ou da mãe também podem ocorrer, mas os mais comuns são os dois primeiros: introdução dos alimentos sólidos e mudança na rotina da mãe.
É preciso lembrar também que o mito do “leite
fraco” faz muitas mães recorrerem às fórmulas para complementação. O que acontece muitas vezes é que o bebê acaba acostumando e preferindo somente a fórmula e o desmame acontece. Por isso, não acredite e não deixe nenhuma mãe acreditar na existência do “leite fraco”.Seja no retorno da antiga rotina profissional ou na introdução dos alimentos sólidos, o desmame não deve ser feito de forma brusca, pois o aleitamento é bem mais do que “encher o estômago do bebê”, ele também é um carinho entre mãe e filho, um calmante e uma conversa entre os dois.
Ele deve ser feito de forma natural e gradual. Se o bebê comer sua papinha, é natural que não precise comer ou mamar naquele horário, para efeitos nutricionais, ele já foi saciado.
É preciso lembrar também que a fase da introdução dos alimentos sólidos é algo divertido para os pais e para o bebê, por isso não deve ser encarado como algo triste. Aos poucos, o bebê começará a aceitar os alimentos e passará a gostar deles.
Com o tempo apenas as mamadas da manhã e da noite serão mantidas, e que as criança também darão sinais de que não querer mais. Assim, em comum acordo com o coração de mãe, é preciso deixar que esse momento ocorra sem estresses e neuras.
Alguns bebês maiores de dois anos ainda tem necessidade emocional de mamar, e se isso não for prejudicial para seu desenvolvimento, não tem porque impedir. Não tente forçar nada, se perceber que é hora de retirar por completo, tente chamar a atenção dele para outras coisas na hora em que tradicionalmente ele procura o peito. Assim você conseguirá perceber a dependência dele pela sucção ou pelo leite materno e tomará uma atitude seguindo seus instintos maternos.
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